Método
Política de verificação
Verificar, aqui, não é “confirmar o que já queríamos dizer”. É testar se o texto resiste a uma leitura contrária.
Última atualização em
Antes da redação
Definimos o recorte: um território, um intervalo cronológico, uma pergunta. Recortes do tipo “os castelos na Idade Média” são recusados de saída porque não são recortes.
Levantamos um núcleo de fontes do banco de referência — sínteses acadêmicas, relatórios, inventários — e só então decidimos se há matéria para um guia completo.
Durante a revisão
- Cada data e cada atribuição de autoria são conferidas na obra citada.
- Números de custo, prazo e efetivo precisam de formulação cautelosa (“cerca de”, “segundo as contas de”).
- A tabela de representações populares é lida à parte: a coluna da direita não pode repetir o clichê com outras palavras.
- Termos do glossário são checados contra o uso no corpo, para não haver duas definições em conflito.
- Links internos apontam para guias existentes ou previstos no acervo, nunca para páginas vazias.
Imagens
Só publicamos fotografia ou iluminura com licença de reutilização, domínio público ou autorização explícita. O crédito — autor, acervo, licença — aparece junto da imagem. O texto alternativo descreve o que se vê, não o que gostaríamos que a imagem “significasse”.
Limites da verificação
Não fazemos pesquisa primária de arquivo nem escavação. Quando um debate ainda está aberto — datação de uma torre, função de um compartimento, cifra de uma guarnição — o guia registra a abertura, em vez de escolher um lado por elegância de prosa.